<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Marcos Castro - Marketer &#187; Comissãode atletas Olímpicos</title>
	<atom:link href="http://www.marcostfcastro.net/tag/comissaode-atletas-olimpicos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.marcostfcastro.net</link>
	<description>Marketing Digital, Marketing Desportivo, Branding</description>
	<lastBuildDate>Sun, 08 Mar 2020 18:26:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.2.26</generator>
	<item>
		<title>Em destaque no &#8220;Observador&#8221; &#124; Atletas e redes sociais: “Não são para marcar território”</title>
		<link>http://www.marcostfcastro.net/em-destaque-no-observador-atletas-e-redes-sociais-nao-sao-para-marcar-territorio/</link>
		<comments>http://www.marcostfcastro.net/em-destaque-no-observador-atletas-e-redes-sociais-nao-sao-para-marcar-territorio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 20:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcos Castro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Comité Europeu]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[ferramentas de gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Desportivo]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Produto Desportivo]]></category>
		<category><![CDATA[Comissãode atletas Olímpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Comité Olímpico de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
		<category><![CDATA[COP]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Observador]]></category>
		<category><![CDATA[Observador]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.marcostfcastro.net/?p=1950</guid>
		<description><![CDATA[Facebook, Instagram ou Twitter. Dez atletas foram convidados pelo Comité Olímpico de Portugal para uma ação de formação sobre redes sociais. Para não ser &#8220;só competir, e pronto&#8221;. David Rosa, que competiu na prova de cross-country nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, foi um dos presentes na ação de formação NUNO VEIGA/LUSA &#8220;Ouro, prata]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="lead">
<p>Facebook, Instagram ou Twitter. Dez atletas foram convidados pelo Comité Olímpico de Portugal para uma ação de formação sobre redes sociais. Para não ser &#8220;só competir, e pronto&#8221;.</p>
</div>
<div class="image"><a class="js-pop-window" href="http://observador.pt/wp-content/uploads/2014/12/NV0320120812_770x433_acf_cropped.jpg"><img class="resrc" src="http://img.obsnocookie.com/s=w800,pd1/o=80/http://observador.pt/wp-content/uploads/2014/12/NV0320120812_770x433_acf_cropped.jpg" alt="" data-src="http://observador.pt/wp-content/uploads/2014/12/NV0320120812_770x433_acf_cropped.jpg" /></a></p>
<div class="caption">
<p class="legenda">David Rosa, que competiu na prova de cross-country nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, foi um dos presentes na ação de formação</p>
<p class="creditos">NUNO VEIGA/LUSA</p>
</div>
</div>
<p>&#8220;Ouro, prata ou bronze, tanto faz, mas a medalha aparece. Isso ou a conquista de uma competição. A comunicação social não liga nenhuma ou chega atrasada, portanto, o atleta pega no computador e abre o Facebook. Toca a escrever e a partilhar a novidade da vitória com quem o segue. Os gostos na publicação são muitos e as mensagens de parabéns também. Haja reconhecimento. O atleta vê, gosta e sorri, mas ignora e não agradece. Não pode ser. E quem avisa não é amigo, mas é bom conselheiro: “Não é chegar lá, deixar uma mensagem e pronto. Como um cão que marca o território.”</p>
<p>A garantia é dita por Marcos Castro, sem uma ponta de dúvida, quando estava do outro lado da chamada com o Observador. E duvidar foi algo que também não lhe veio à cabeça enquanto, no dia anterior, discursava perante dez atletas. “Estamos a falar de uma coisa com dois sentidos. É assim que se constrói uma relação, dando <em>feedback</em>”, começou por resumir o especialista em Marketing Digital que, na quarta-feira, esteve na sede do Comité Olímpico de Portugal (COP) a <a href="http://comiteolimpicoportugal.pt/atletas-olimpicos-em-formacao-sobre-redes-sociais/" target="_blank">distribuir</a> conselhos. “Os atletas não podem pensar que, quando conseguem um resultado, têm apenas de o divulgar e não ligar a elogios ou críticas”, prosseguiu.</p>
<p><a class="js-pop-window" href="http://observador.pt/wp-content/uploads/2014/12/COP-Redes-Sociais.jpg"><img class="wp-image-240416 size-full" src="http://observador.pt/wp-content/uploads/2014/12/COP-Redes-Sociais.jpg" alt="COP Redes Sociais" width="711" height="400" /></a></p>
<p>Sensível não era, mas o tema “é importante”. Por isso Marcos, que hoje integra o Comité Europeu de Hóquei, foi falar com dez atletas olímpicos portugueses e dizer-lhes para “terem presença ativa nas redes” — que lhes serão “favoráveis” até quando deixarem de competir.</p>
<p>O especialista defendeu que a vida de um atleta “não pode ser só competir, e pronto”. Há que pensar em muitas outras coisas: os “valores” que se passam, a “ativação” da sua marca, os patrocinadores e, no fundo, na estratégia de comunicação. Porque, diz Marcos, um atleta “têm de ter consciência que cada vez mais a concorrência é maior” e uma “estratégia serve para ir contra alguém”. E, claro, dar nas vistas. Nas dos fãs, seguidores e amigos, sim. E já agora nas das “marcas, personalidades e dos patrocinadores”.</p>
<p>Porque os valores que os atletas “dão a conhecer” podem “coincidir com os das marcas”. E podem dar à luz uma parceria frutuosa. Marcos, mesmo sem recordar o nome, até foi buscar um estudo que chegou a estimar em 118 mil euros o valor de cada publicação na página de Facebook de Cristiano Ronaldo — que <a href="https://www.facebook.com/Cristiano?ref=ts&amp;fref=ts" target="_blank">tem mais</a> de 103 milhões de seguidores. Hoje as contas já perderam o rasto ao número de redes sociais que existem. Por isso contam antes as mais populares: há Facebook, Instagram e Twitter. E estar em cada uma delas é como ajustar a postura que uma cadeira diferente nos obriga a adotar.</p>
<p>A última, a rede que limita tudo a 140 carateres, “não tem uma posição massiva em Portugal”, admitiu Marcos, embora a defina como “importante para atletas que participem muito em provas internacionais”. David Rosa até é um desses casos. Em 2012 esteve em Londres, a representar Portugal nos Jogos Olímpicos a pedalar em cima de uma bicicleta de <em>cross-country</em>.</p>
<p>E na quarta-feira lá estava a ouvir os conselhos de Marcos Castro Mas Twitter é coisa à qual não liga. Para ele, só Facebook: tem uma <a href="https://www.facebook.com/DavidRosaXCO" target="_blank">página</a>oficial com pouco mais de 16 mil seguidores. “Achava que não valia a pena ter um site”, confessou, mas, pelos vistos, estava enganado, pois de lá saiu com a certeza de que, afinal, “será uma mais valia”. Isso e outras coisas que ouviu e concordou.</p>
<p><a class="js-pop-window" href="http://observador.pt/wp-content/uploads/2014/12/COP-Redes-Sociais2.jpg"><img class="wp-image-240456 size-full" src="http://observador.pt/wp-content/uploads/2014/12/COP-Redes-Sociais2.jpg" alt="COP Redes Sociais2" width="711" height="400" /></a></p>
<p>Como a “coerência” entre “aquilo que uma atleta é nas redes e o que é na realidade”. Ou a genuinidade quando se associa a causas sociais. “Não pode ser por frete, tem de ser uma coisa da qual realmente gostamos”, resumiu ao Observador, antes de chegar à parte dos comentários. “Seja abonatório ou não, reajo sempre”, assegura, sublinhado que lhes foi dito para responderem “sempre e de forma personalizada”. Sobretudo às pessoas, conta, que escrevem o “assim e assado” do “gostei e dos parabéns”.</p>
<p>Conselhos destes, como ressalvou Marcos, já são “um bocadinho senso comum”. Mas outros há que não o sejam. E os 28 anos de David Rosa retiveram um deles. “Ter um <em>slogan</em> ou uma forma de festejar mais característica para as pessoas se identificarem”, revelou. A “tendência” de qualquer atleta, porém, seja ele especialista a pedalar, correr, velejar, saltar ou dar pontapés na bola, “devia ser a de contar histórias”. E Marcos Castro explicou porquê: “É o que traz as pessoas para o seu lado: as razões para praticarem a modalidade, como começaram, episódios da carreira, etc.”</p>
<p>O desporto “tem muitas histórias”, evidencia Marcos. Antes “só existia a comunicação social” para as contar e servir de “intermediário”, acrescenta. Hoje não. Os atletas “nem sempre precisam dela”. E, concluiu, se não forem eles a contarem o que lhes acontece em “viagens, sacrifícios ou vitórias”, talvez estas histórias nunca caiam no goto dos fãs. E será assim, a partilhar e desvendar, que conseguirão criar um território. E não só marcá-lo.&#8221;</p>
<p>Link para a notícia: <a href="http://observador.pt/2014/12/11/atletas-e-redes-sociais-nao-sao-para-marcar-territorio/">http://observador.pt/2014/12/11/atletas-e-redes-sociais-nao-sao-para-marcar-territorio/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.marcostfcastro.net/em-destaque-no-observador-atletas-e-redes-sociais-nao-sao-para-marcar-territorio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

 Served from: www.marcostfcastro.net @ 2020-03-11 22:54:32 by W3 Total Cache -->